Na hora de partir chorei!..
Era sempre tanta a felicidade, não por partir, ou de algo ter acabado
Mas sim, porque já era, a saudade de ter sido feliz, a falar mais alto.
Calcei botas e flores, com elas, despedi-me de eternos amores
De coisas felizes!...
Foram tantas as bênçãos de estar e ir, e voltar às vezes...
Que amei todas as horas quase sempre curtas, por serem tão boas e nuas
Amei sempre a quem disse que amava, para sempre!
Amei sempre quem me abraçou com ardente ternura, e verdadeira poesia!
Outras vezes fui esquecendo sem mágoa, quem a mim me esquecia
Quando na dor dos pés descalços a metamorfose dos dias, me ensinava
Que amores-perfeitos, são só flores no campo em liberdade natural e harmonia.
Autor : João Dimas Dizentte
Era sempre tanta a felicidade, não por partir, ou de algo ter acabadoMas sim, porque já era, a saudade de ter sido feliz, a falar mais alto.
Calcei botas e flores, com elas, despedi-me de eternos amores
De coisas felizes!...
Foram tantas as bênçãos de estar e ir, e voltar às vezes...
Que amei todas as horas quase sempre curtas, por serem tão boas e nuas
Amei sempre a quem disse que amava, para sempre!
Amei sempre quem me abraçou com ardente ternura, e verdadeira poesia!
Outras vezes fui esquecendo sem mágoa, quem a mim me esquecia
Quando na dor dos pés descalços a metamorfose dos dias, me ensinava
Que amores-perfeitos, são só flores no campo em liberdade natural e harmonia.
Autor : João Dimas Dizentte
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