A passagem, no rio,
de uma margem a outra margem,
de um pensamento, a outro pensamento,
a passagem de um estado de consciência
a outro estado consciência.
A passagem de um modo de vida
a outro modo de vida.
Esta fala de Jesus lembra que somos peregrino pela terra.
Somos passageiros.
A vida é uma ponte e,
como diziam os antigos,
não se constrói uma casa sobre uma ponte.
Temos que manter ao mesmo tempo,
as duas margens do rio,
a matéria e o espírito,
o céu e a terra,
o masculino e o feminino
e fazer a ponte entre estas nossas diferentes partes,
sabendo que estamos de passagem.
É importante lembrar-se do caráter passageiro de nossa existência,
da impermanência de todas as coisas,
pois o sofrimento geralmente é de querermos
fazer durar o que não foi feito
para durar.
A passagem desta vida mortal
para a vida eterna,
é a abertura do coração humano
ao coração divino.
É a passagem da escravidão para a liberdade.
Não é preciso temer o Mar Vermelho.
A passagem no rio o mar de nossas memórias,
de nossos medos, de nossas reações.
Temos que atravessar todas estas ondas,
todas estas tempestades,
para tocar a terra da liberdade,
o espaço da liberdade que existe dentro de nós.
Sede passante!
Acredito que esta palavra
é verdadeiramente um convite para continuarmos
nosso caminho a partir do lugar onde algumas vezes
paramos.
Observemos o que para a vida em nós,
o que impede o amor e o perdão,
onde se localiza o medo dentro de nós.
É por lá que é preciso passar,
é lá o nosso Mar Vermelho.
Mas, ao mesmo tempo,
não esqueçamos a Luz,
Não esqueçamos a liberdade,
a terra que nos foi prometida!!!
de uma margem a outra margem,
de um pensamento, a outro pensamento,
a passagem de um estado de consciência
a outro estado consciência.
A passagem de um modo de vida
a outro modo de vida.
Esta fala de Jesus lembra que somos peregrino pela terra.
Somos passageiros.
A vida é uma ponte e,
como diziam os antigos,
não se constrói uma casa sobre uma ponte.
Temos que manter ao mesmo tempo,
as duas margens do rio,
a matéria e o espírito,
o céu e a terra,
o masculino e o feminino
e fazer a ponte entre estas nossas diferentes partes,
sabendo que estamos de passagem.
É importante lembrar-se do caráter passageiro de nossa existência,
da impermanência de todas as coisas,
pois o sofrimento geralmente é de querermos
fazer durar o que não foi feito
para durar.
A passagem desta vida mortal
para a vida eterna,
é a abertura do coração humano
ao coração divino.
É a passagem da escravidão para a liberdade.
Não é preciso temer o Mar Vermelho.
de nossos medos, de nossas reações.
Temos que atravessar todas estas ondas,
todas estas tempestades,
para tocar a terra da liberdade,
o espaço da liberdade que existe dentro de nós.
Sede passante!
Acredito que esta palavra
é verdadeiramente um convite para continuarmos
nosso caminho a partir do lugar onde algumas vezes
paramos.
Observemos o que para a vida em nós,
o que impede o amor e o perdão,
onde se localiza o medo dentro de nós.
É por lá que é preciso passar,
é lá o nosso Mar Vermelho.
Mas, ao mesmo tempo,
não esqueçamos a Luz,
Não esqueçamos a liberdade,
a terra que nos foi prometida!!!