sábado, 18 de outubro de 2014

Decisões☼☼☼



Se existem três sapos numa folha, e um deles decide pular da folha para a água, quantos sapos restam na folha?
O interessante seria pensarmos antes de olharmos, abaixo, a resposta, pois ela não é tão simples como parece…

Pense…

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A resposta certa é: Restam três sapos.
Porque o sapo apenas decidiu pular.
Ele não fez isso.

Nos não somos como o sapo, muitas vezes?

Decidimos fazer isso, fazer aquilo, mas ao final acabamos não fazendo nada?

Na vida, temos que tomar muitas decisões.

Algumas fáceis; algumas difíceis.
A maior parte dos erros que cometemos não se deve a decisões erradas.
A maior parte dos erros se deve a indecisões.
Temos que viver com as conseqüências das nossas decisões.
E isto é arriscar.
Tudo é arriscar.
Rir é correr o risco de parecer um tolo.
Chorar, é correr o risco de parecer sentimental.

Abrir-se para alguém é arriscar envolvimento. Expor os sentimentos é arriscar a expor-se a si mesmo.
Expor suas idéias e sonhos é arriscar-se a perdê-los.

Amar é correr o risco de não ser amado.
Viver é correr o risco de morrer.

Ter esperanças é correr o risco de se decepcionar.
Tentar é correr o risco de falhar.

Os riscos precisam ser enfrentados, porque o maior fracasso da vida é não arriscar nada.

A pessoa que não arrisca nada, não faz nada, não tem nada, é nada.
Ela pode evitar o sofrimento e a dor, mas não aprende, não sente, não muda, não cresce ou vive. Presa à sua servidão, ela é uma escrava que teme a liberdade.

Apenas quem arrisca é livre.

O pessimista, queixa-se dos ventos.
O otimista, espera que mudem.
O realista, ajusta as velas.

                                                                                                     (D.A.)

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