"Faço minha as palavras dela"
(Martha Medeiros)
Apoio que as pessoas se manifestem publicamente
contra a violência urbana,
contra os altos impostos que não são revertidos em benefícios sociais,
contra a corrupção,
contra a injustiça,
contra o descaso com o meio ambiente,
enfim,
contra tudo que prejudica o desenvolvimento da sociedade
e o bem estar pessoal de cada um.
No entanto, tenho dificuldade de entender
a mobilização,
geralmente furiosa,
contra escolhas particulares que não afetam em nada a vida de ninguém,
a não ser os diretamente envolvidos,
caso da legalização do casamento gay,
que foi aprovado na Argentina.
Se dois homens ou duas mulheres
desejam viver amparados por todos os
direitos civis que um casal hétero dispõe,
em que isso atrapalha a minha vida ou a sua?
Estarão eles matando,
roubando,
praticando algum crime?
No caso de poderem adotar crianças,
seria mais saudável elas serem criadas em orfanatos
do que num lar afetivo?
Ou será que se está temendo que a legalização
seja um estimulo para os indecisos?
Ora, a homossexualidade faz parte da natureza humana,
não é um passatempo,
um modismo.
É um fato: algumas pessoas se sentem atraídos-
e se apaixonam- por parceiros do mesmo sexo.
E se por acaso um filho ou neto nosso
tiver essa mesma inclinação,
é preferível que ele cresça numa sociedade
que não estigmatize.
Ou é lenda que queremos o melhor para os nossos filhos?
No entanto,
o que para mim parece lógico
não passa de um pântano para grande parcela sociedade,
principalmente para os católicos praticante.
Entendo e respeito o incomodo que sentem com a situação,
que é contrária às diretrizes do Senhor,
mas , na minha santa inocência,
ainda acredito que religião deveria servir apenas para promover
o AMOR e a PAZ de espirito.
Se for para promover a culpa e para decretar
que quem é diferente deve arder no fogo do inferno,
então que conforto é esse que a religião promete?
Não quero a vida eterna ao custo de subjugar
quem nunca me fez mal.
Prefiro vida com prazo delimitado,
porém vivida em harmonia.
(Martha Medeiros)
Apoio que as pessoas se manifestem publicamente
contra a violência urbana,
contra os altos impostos que não são revertidos em benefícios sociais,
contra a corrupção,
contra a injustiça,
contra o descaso com o meio ambiente,
enfim,
contra tudo que prejudica o desenvolvimento da sociedade
e o bem estar pessoal de cada um.
No entanto, tenho dificuldade de entender
a mobilização,
geralmente furiosa,
contra escolhas particulares que não afetam em nada a vida de ninguém,
a não ser os diretamente envolvidos,
caso da legalização do casamento gay,
que foi aprovado na Argentina.
Se dois homens ou duas mulheres
desejam viver amparados por todos os
direitos civis que um casal hétero dispõe,
em que isso atrapalha a minha vida ou a sua?
Estarão eles matando,
roubando,
praticando algum crime?
No caso de poderem adotar crianças,
seria mais saudável elas serem criadas em orfanatos
do que num lar afetivo?
Ou será que se está temendo que a legalização
seja um estimulo para os indecisos?
Ora, a homossexualidade faz parte da natureza humana,
não é um passatempo,
um modismo.
É um fato: algumas pessoas se sentem atraídos-
e se apaixonam- por parceiros do mesmo sexo.
E se por acaso um filho ou neto nosso
tiver essa mesma inclinação,
é preferível que ele cresça numa sociedade
que não estigmatize.
Ou é lenda que queremos o melhor para os nossos filhos?
No entanto,
o que para mim parece lógico
não passa de um pântano para grande parcela sociedade,
principalmente para os católicos praticante.
Entendo e respeito o incomodo que sentem com a situação,
que é contrária às diretrizes do Senhor,
mas , na minha santa inocência,
ainda acredito que religião deveria servir apenas para promover
o AMOR e a PAZ de espirito.
Se for para promover a culpa e para decretar
que quem é diferente deve arder no fogo do inferno,
então que conforto é esse que a religião promete?
Não quero a vida eterna ao custo de subjugar
quem nunca me fez mal.
Prefiro vida com prazo delimitado,
porém vivida em harmonia.


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