terça-feira, 24 de julho de 2012

Como nascem as paixões☼☼☼

Sempre pensei que identificar-se com
o nosso semelhante suaviza,
até certo ponto,
o nosso sofrimento.


Não almejava ser compreendido,
e sim compreender. 
A educação e a cultura funcionavam nesse momento
como um amortecedor,
permitindo  à nossa estrutura 
psicossomática suportar essas trepidações
e solavancos com um mínimo de repercussão.

O meu pais é maravilhoso 
e as pessoas que habitam o lugar
que me viu nascer são cativantes,
generosas solidarias, simples e bondosas;  

Algumas atitudes deveriam deveriam ser aperfeiçoadas,
e assim o meu constrangimento
era para com as circunstancias eventuais,
jamais contra as pessoas.


Raciocinando em termos de atitude,
chegava a pensar:

De que adianta uma pessoa ter uma auréola de santo,
se seu procedimento é o de um demônio?

Ter o nome de rei,
se sua atitude é de escravo?

Ter a função de líder,
se sua atitude é de submisso?

Ter a função de magistrado,
se sua atitude é de marginal?

Ter a função de anjo,
se sua atitude é perniciosa?

Ter a função de arquiteto,
se sua atitude é de predador?

Ter a função de maestro,
se sua atitude é de desarmonia?

Ter a função de pastor,
se sua atitude é de desagregador?

Ter uma função de bravo,
se sua atitude é de covarde?

Ter a função de pacificador,
se sua atitude é de discórdia?


                    A APRENDIZAGEM SÓ É PLENA
QUANDO É FEITA ATRAVÉS DE TODOS OS NOSSOS SENTIDOS.

 






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