Sempre pensei que identificar-se com
o nosso semelhante suaviza,
até certo ponto,
o nosso sofrimento.
Não almejava ser compreendido,
e sim compreender.
A educação e a cultura funcionavam nesse momento
como um amortecedor,
permitindo à nossa estrutura
psicossomática suportar essas trepidações
e solavancos com um mínimo de repercussão.
O meu pais é maravilhoso
e as pessoas que habitam o lugar
que me viu nascer são cativantes,
generosas solidarias, simples e bondosas;
Algumas atitudes deveriam deveriam ser aperfeiçoadas,
e assim o meu constrangimento
era para com as circunstancias eventuais,
jamais contra as pessoas.
Raciocinando em termos de atitude,
chegava a pensar:
De que adianta uma pessoa ter uma auréola de santo,
se seu procedimento é o de um demônio?
Ter o nome de rei,
se sua atitude é de escravo?
Ter a função de líder,
se sua atitude é de submisso?
Ter a função de magistrado,
se sua atitude é de marginal?
Ter a função de anjo,
se sua atitude é perniciosa?
Ter a função de arquiteto,
se sua atitude é de predador?
Ter a função de maestro,
se sua atitude é de desarmonia?
Ter a função de pastor,
se sua atitude é de desagregador?
Ter uma função de bravo,
se sua atitude é de covarde?
Ter a função de pacificador,
se sua atitude é de discórdia?
A APRENDIZAGEM SÓ É PLENA
QUANDO É FEITA ATRAVÉS DE TODOS OS NOSSOS SENTIDOS.
Nenhum comentário:
Postar um comentário