
Aos três anos: ela olha para si mesma e vê uma criança.
Aos oito anos: ela olha para si mesma e vê Cinderela.
Aos quinze anos: ela olha para si mesma e vê uma freira horrorosa.
Aos vinte anos: ela olha para si mesma e vê "muito gorda,/ muito magra, muito alta/muito baixa, muito liso/muito encaracolado", mas decide que vai sair assim mesmo...
Aos trinta anos: ela olha para si mesma e vê "muito gorda,/ muito magra, muito alta/muito baixa, muito liso/muito encaracolado", mas decide que agora não tem tempo para consertar essas coisas então vai sair assim mesmo...
Aos quarenta anos: ela olha para si mesma e vê "muito gorda,/muito magra, muito alta,/muito baixa, muito liso,/muito encaracolado", mas diz: pelo menos eu sou "limpa" e sai mesmo assim...
Aos cinquenta anos: ela olha para si mesma e vê: "eu sou" e vai para onde ela bem entende...
Aos sesenta anos: ela olha para si mesma e se lembra de todas as pessoas que não podem mais se olhar no espelho. Sai de casa e conquista o mundo...
Aos setenta anos: ela olha para si mesma e vê sabedoria, risos, habilidades, sai para o mundo e aproveita a vida...
Aos oitenta anos: ela não se encomoda mais em olhar para si mesma. Põe simplismente um chapéu violeta e vai se divertir com o mundo...
Talvez a gente devesse pegar aquele chapéu violeta mais cedo...
Nota: texto enviado por minha mana,
Maria das Graças (Santana do Deserto)
Minas Gerais‼
Aos oito anos: ela olha para si mesma e vê Cinderela.
Aos quinze anos: ela olha para si mesma e vê uma freira horrorosa.
Aos vinte anos: ela olha para si mesma e vê "muito gorda,/ muito magra, muito alta/muito baixa, muito liso/muito encaracolado", mas decide que vai sair assim mesmo...
Aos trinta anos: ela olha para si mesma e vê "muito gorda,/ muito magra, muito alta/muito baixa, muito liso/muito encaracolado", mas decide que agora não tem tempo para consertar essas coisas então vai sair assim mesmo...
Aos quarenta anos: ela olha para si mesma e vê "muito gorda,/muito magra, muito alta,/muito baixa, muito liso,/muito encaracolado", mas diz: pelo menos eu sou "limpa" e sai mesmo assim...
Aos cinquenta anos: ela olha para si mesma e vê: "eu sou" e vai para onde ela bem entende...
Aos sesenta anos: ela olha para si mesma e se lembra de todas as pessoas que não podem mais se olhar no espelho. Sai de casa e conquista o mundo...
Aos setenta anos: ela olha para si mesma e vê sabedoria, risos, habilidades, sai para o mundo e aproveita a vida...
Aos oitenta anos: ela não se encomoda mais em olhar para si mesma. Põe simplismente um chapéu violeta e vai se divertir com o mundo...
Talvez a gente devesse pegar aquele chapéu violeta mais cedo...
Nota: texto enviado por minha mana,
Maria das Graças (Santana do Deserto)
Minas Gerais‼
Um comentário:
Impressionante como em todas as idades pensei do mesmo jeito, e ainda tenho trinta. Precisamos mesmo antecipar o chapéu violeta.
Parabéns pelo blog.
Gostei muito.
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